Nutrição

Heloísa Theodoro

Heloísa Theodoro

CRN-2 9493

É doutora e mestre em Saúde Coletiva, com doutorado sanduíche pela University of Toronto (Canadá), além de nutricionista pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), onde também é professora e pesquisadora no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde.

É, ainda, membro do Departamento de Nutrição da ABESO (Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e professora colaboradora no Ambulatório de Endocrinologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), além de head de Saúde na HAUX Medical.

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Obesidade e saúde da mulher: um olhar para além da balança

O climatério e a menopausa marcam uma nova fase na vida da mulher, acompanhada por mudanças hormonais que podem influenciar o peso, a distribuição da gordura corporal e a saúde metabólica. Nesse período, é comum perceber maior acúmulo de gordura abdominal, mas é importante compreender que essas mudanças não dependem apenas dos hormônios ou da idade: fatores como alimentação, atividade física, sono e condições de vida também desempenham um papel importante.

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Qual óleo é melhor para usar no dia a dia?

Os óleos são fontes de gordura e se diferenciam principalmente pelo tipo de ácido graxo que predomina em sua composição. De forma geral, os óleos vegetais ricos em gorduras insaturadas, como podemos citar os óleos de soja, canola, milho e girassol, além do azeite de oliva.
O azeite de oliva é rico em gordura monoinsaturada (ômega-9) e faz parte do padrão alimentar mediterrâneo. Uma revisão sistemática e meta-análise que reuniu 36 estudos e mais de 806 mil participantes encontrou associação entre maior consumo de azeite e menor risco de doença cardiovascular, diabetes tipo 2 e mortalidade. Para cada aumento de 25 g/dia no consumo, a redução relativa foi de 16%, 22% e 11%, respectivamente.

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Emagrecer com incretinas: por que a alimentação continua sendo importante?

Os medicamentos que atuam nas incretinas, como os agonistas de GLP-1 e os medicamentos que combinam GLP-1 e GIP, podem ajudar muito no tratamento da obesidade. Eles reduzem a fome, aumentam a sensação de saciedade e fazem com que muitas pessoas passem a comer menos. Mas comer menos não significa, necessariamente, comer melhor. Por isso, mesmo utilizando o medicamento, é importante cuidar da qualidade e da quantidade dos alimentos consumidos.

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